7 . o monstro - ronaldo brandão e gilberto de abreu
esse poema que o ronaldo brandão, que também é um grande ator e diretor de teatro, me passou na mesa do bar 'pelejando', numa madrugada fria no bairro santo antonio, em bh, mexeu muito comigo; pela atitude filosófica ao encarar 'o lado de fora' da gente no cotidiano comum da nossa vivência. acrescentei ao poema o texto que é dito pela gabriela ruas, então com sete anos, filha do sérgio murilo, e para criar esse clima de tensão, eu usei quatro cavacos, com vários efeitos, e às vezes todos fazendo a mesma nota. o joão usa além de seus instrumentos percussivos, pratos da bateria, pra dar esse clima de tensão necessário à interpretação do poema.
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-a gente anda tão envilecido que não merece participar do mundo do gilberto, mas quem entra nele, mesmo os cretinos, não sai impune. sua poesia brota tão pura que machuca. e às vezes machuca fundo. (wander piroli). - o beto traz para perto da gente a ligação do sonho com o real. liga o consciente ao inconsciente como quem abre uma janela e deixa entra o sol. (lô borges). - o surpreendente é o lirismo com que ele monta as suas cenas, os elementos-personagens e a ênfase no instante reflexivo que a experiência solicita. a graça das formas, as cores e desenhos positiva e anula o terror quanto ao desconhecido. (walter sebastião).
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